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Jaime Prades


Jaime Prades, nascido na Espanha em 1958, vive e trabalha em São Paulo desde 1975. Possui uma trajetória única dentro do panorama da arte contemporânea brasileira e uma obra bastante impactante. Nos anos 80 participou do grupo experimental TUPINÃODÁ fazendo instalações e pinturas nos espaços urbanos.

Suas experimentações plásticas são fruto das suas inquietações com o mundo e a vida e fazem dele uma figura diferenciada. É um artista pleno, no sentido que a sua obra é fruto de uma necessidade vital, acima de questões teóricas e das tendências do mercado.

Ao longo de quase 40 anos de produção ininterrupta, Jaime Prades construiu uma obra que dialoga com as questões sociais, ambientais, espirituais e plásticas, através da pesquisa dos processos específicos da materialização da linguagem e a renovação dos suportes tradicionais.

Alguns comentários críticos sobre seu trabalho:
“(...) Jaime Prades não se considera grafiteiro nem artista de rua; sua ação como artista é muito mais abrangente. Contudo, a força de seus grandes murais, pintados sobre concreto em espaços de grande visibilidade urbana, revelou Jaime Prades para o grande público. ‘As Máquinas’, imenso mural que ocupou durante anos uma das paredes do túnel da Avenida Paulista, causaram tamanho impacto que prevaleceram sobre outros trabalhos; consequentemente, Jaime Prades ficou reconhecido como artista de rua, vinculado ao mundo do grafite.” 
Fábio Magalhães, curador e crítico de arte.Texto extraído do livro ‘A arte de Jaime Prades’, Editora Olhares, 2009.

“(...) Jaime Prades é um outsider. Ele não faz parte de nenhuma gang, clube, escola, associação. Quando muito, fez parte por algum tempo do Tupinãodá, mas como um bom espanhol anarquista, ele seccionou. Uma espécie de lobo solitário. Por isso mesmo, ele tem toda liberdade para criar, palavras de seu colega que escreve esta apresentação. Quando você tira sua pessoa, seu ego do caminho e deixa a pintura se manifestar através de você, o universo começa a dançar com esta sinfonia de sincronicidades.”
José Roberto Aguilar, artista. Texto destacado da apresentação para a instalação ‘Radiantes’ de 1996 em São Paulo.


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